segunda-feira, 6 de junho de 2011

Pitusha

Hey quem ai já teve um cachorro?
Aquele filhotinho fofo parecendo um bichinho de pelucia que dá um trabalho : não sabe aonde fazer as necessidas fazendo-as na sua cama(ou embaixo dela), na sala, no SEU banheiro e não no dele; achando que tudo é de morder desde seus ocúlos até paredes e pés de mesa, cadeiras, banquinhos ; fazendo do papel higienico picado decoração da salae ainda no final te olhando com os olhos brilhando como quem dissese"vem brincar comigo".Quem resiste?
Ai eles crescem, por que mesmo com dó nós temos que educá-los, e de bichinhosfofinhos viram bolas de pêlos( pelo menos a minha era), mas você acha que melhora? Que nada eles só aprotam com mais classe: entram no lixo saindo de lá( leia-se sendo arrancados) parecendo um rato de esgoto,aprendem a subir nas mesas e roubar comida direto da fonte e chegam na maestria de pegar um pirulito e deixar a mostra o papel e o palitinho(atestado issso já aconteceu); pegar meias limas ou sujas; pegar dinheiro( e eu juro que eles aprendem isso vendo Tv); entrar dentro de mochilas e pegar qualquer tipo de balas( até pastilhas pra gripe).Porém se essas cosias só aprontam e não tem mais o apelativo master de ser um filhote, porque cargas d'água nós continuamos com eles?
Por que o seu cachorro te ama incondicionalmente e você consegue sentir tal fato( a arte de se fazer entender com os olhos e ações), e olha que eles não falam, entretanto também não mentem, se gostam eles pulam em você, lambem, vão lhe recepcionar quando chega da rua ( mesmo que tenha saído por 5 minutos), dormem aconchegados a si, acordamos e a primeira visão são dele te fazendo compania( no meu caso quando a meu despertados tocava a minha me lambia até eu lenvantar e deitava no travesseiro), estão junto não importa que esteja fazendo uma tarefa díficil assistindo Tv ou chorando. O que importa pra ele é estar contigo e um pouquinho de atenção. Em quais outras circunstâncias iriamos encontrar algo assim? Algo tão inôcente ( claro, a não ser que tenha comida em mãos ai os pedidos tem segundas intenções) e leal.
Convivendo e os adorando cada dia é um dia e eles sempre encontram uma nova forma de nos fazer sorrir, fazendo parte da casa e da família.
E por família fazemos de um tudo, e por família sofremos com sua perda.Afinal cada ser é único e insubstituível . Isso me leva a pensar que toda vez que olhar pros buracos que ela fez eu vou lembrar, a cada foto vista eu vou sorrir, a cada recordação vou tentar não chorar, já que nada te prepara para a perda de seu mais fiel escudeiro.
A quem já teve a alegria de ter um cão...


"Para quem está no fundo do poço, na escuridão total, um vagalume é um farol"

O Fogo de Camões – Uma adaptação contextualizada

Camões compara o amor ao fogo em sua bela poesia: Amor é fogo que arde sem se ver. Sem retirar do grande autor sua importância ,e parafraseando sua ideia, afirmo que a Amizade é como o Fogo.
Amizade. Comparo-a com o fogo inspirado pelo trecho da obra do grande poeta “que não seja eterno posto que é chama”.
Chamas. Difíceis de se prever, fáceis de se admirar e impressíveis os danos causados se descontroladas. A dança da chama de uma Amizade frívola é muito delicada, um passo errado e a chama se alastra, consome e apaga. Ao mesmo tempo que a chama de uma Amizade verdadeira cresce, se alastra, consome obstáculos, aquece corações e levanta seu portador.
Como pode, algo tão similar, ser tão diferente? São chamas, até mesmo as mesmas chamas. Entretanto, nunca são iguais, sempre mutáveis... Algumas se apagam com um simples sopro. Outras nem um oceano inteiro derramado faria algum dano.
Precipitações levam aos consumo da chama. Deve-se sempre carregar um termômetro, medir a temperatura, alguns galhos secos para alimentá-la e mais importante, sempre presumir que com o mais leve sopro a chama se apagará.
Chamas já se apagaram em minha vida, no entanto não lamento por elas. As que apagam realmente nunca deviam ter sequer existido. Me dedico aquelas que me aquecem, me encobrem, me fortalecem. Portanto cuidarei das minhas chamas, as que gosto, as que rio do brilho e que me envolvem em sua dança. Pois estas ,e somente estas, valem o esforço.
Obrigado Camões, por sua maravilhosa poesia.
E obrigado Chamas, por ainda não terem se apagado.

domingo, 5 de junho de 2011

Renovações

Boa tarde caros leitores! Quem lhes escreve é o Shiro. Gostarei de falar sobre os futuros projetos do blog, bem como a renovação do layout e nome.

Sobre o Layout: estava muito simples, e o blog é tudo menos simples. Sobre o nome: deixou de ser um simples momento, eram tantas sensações misturadas juntos que “momento” já não o descrevia de forma exata. Achei a palavra Vórtex mais adequada.

O Projeto Diário de um Sobrevivente está em hiatus, ou seja, suspenso por tempo indefinido. Infelizmente estou sem ideias para ele, embora ainda queira escrevê-lo. Talvez conversas com amigos, ou algum filme que eu veja, me inspire a continuar o projeto. Por enquanto, deixemos que o autor do Diário descanse.

O novo Projeto Estudo Analítico de uma Vida não será constante. Não tenho um feedback sobre ele, porém aviso que o autor dele é instável. Não adianta comentar, quando ele resolver escrever: escreverá. Todavia, afirmo que não é um texto único.

E o novíssimo projeto! O Império da Magia, um livro que escreverei. Breve teremos alguns capítulos postados por enquanto fiquem com um pequeno e incompleto resumo.


O Império da Magia.

Magia. Não importa a sua crença sobre ela. Ela existe. É um fato. Negado pela maioria da humanidade.
O que você faria, se descobrisse que magia existe? Eu lutei.

Estudo Analítico sobre Minha Vida – A Infância

Quem sou eu? Grandes e complicadas questões se atrelam a esta simples pergunta, pois o ser humano é tão complexo quanto as infinitas reações químicas recorrentes no universo. Não há uma só resposta, ma sim infinitas, de diversos tons, cores e sabores.
Seria mais fácil perguntar: Quem não sou eu? Esta resposta virá com facilidade no contexto. Afirmo que não sou o objeto de meu estudo, apenas alguém que cresceu com ele.
A série de estudos sobre a vida de Paulo Braga será infinita. Escrita por mim, Daniel Black, e revisada por ele mesmo, Paulo Braga. Por que este estudo? Pois creio que é preciso apreender com seu passado para poder seguir em frente com o futuro, então ajudarei meu companheiro de jornadas a revisar seu passado.
Antes do começo do estudo, uma pausa. Peço iluminação a Atena, deusa grega da sabedoria. Que eu não caia em clichês, contradições ou anacronismos.

Começaremos o estudo pelo começo. Pleonasmo e clichê fortíssimos logo na primeira frase, porém não a tornaram invalida. A Infância, todos temos memórias boas sobre ela, uma época sem preocupações, de inocência, carinho e hiperatividade. Foi um garoto grande, gordinho, quieto, simples, alegre, extremamente ligado a família e sem muitos amigos. Sente pouco saudades da infância, afirma que foi boa, mas que já esteve em dia melhores.

Vários acontecimentos marcaram nossa infância. Farei o estudo de alguns, os mais importantes com certeza. Começaremos com vida: o nascimento de minha irmã. Dizem que eu fui quem pediu por ela, já neguei tal fato, mas não nego mais. Foram nove meses de antecipação, três ou quatro dias de pura angustia e finalmente conheci-a. Estava conhecendo a loira de olhos verdes que me infernizará pelo resto da vida, mas vindo a pensar nisso não suprimo meu sorriso. Alguns problemas surgiram em nosso relacionamento nessa época, era uma criança sedenta de atenção e minha irmã – em meus pensamentos – estava roubando-a. Houveram atritos e desafetos, mas analisando a situação posso atribuir a culpa a um sentimento simples: ciumes. Fui, e ainda sou, um tolo.
Separações. Os votos matrimonias costumavam ser algo sagrado para muitos. Vivemos em uma época, porém, a qual om divórcio não só é considerado normal, como, em muitos casos, aconselhável. Meus pais se separaram quando tinha onze anos. Era criança, não tinha a malicia necessária para ver os sinais que se apresentavam em meu dia a dia. Outro clichê: foi em uma tarde de verão, nos reunimos na sala e eles contaram que iriam se separar. Lembro-me de chorar junto de minha irmã; foi naquele dia que fiz minha promessa. Todavia, a separação provou-se ser algo bom, a vida melhorou. Pior seria se tivessem ficado juntos já não se amando.

O ano perdido. Refiro-me a minha quinta série, atual sexto ano. Meus pais haviam acabado de se separar, ainda morava em uma casa enorme na minha cidade natal. Estava estudando no colégio Marista. Neste ano houve a realização de um sonho, tive uma cachorra. Era vira-lata, pequena, hiperativa como o dono, metade gato e espetada. Minha Vita. No ano seguinte tive que dá-la para minha avó, vendemos a casa e fomos morar em um apartamento pequeno mais no centro da cidade.

Sobre meus passatempos, hobbies e manias. Sempre assisti muita TV, meus pais sempre fora de casa e sem nada para fazer acabava ligando na famosa TV Globinho, ou na mais antiga FoxKids. Assitia sempre a Power Rangers, Digimon, Pokemon, Yu-Gi-Oh!, eram meus programas preferidos. Entre alguns outros que posso citar estão: Johnny Bravo, Dexter: O Menino Gênio e A Vaca e o Frango.
Outra mania: livros. Minha avó, leitora nata, que me ensinou a graciosa arte de ler. Muito melhor que as séries de TV ou qualquer outro programa. Ler um livro transporta-lhe para uma realidade alternativa que dura enquanto você quiser, não até o próximo comercial. Entre os mais lembrados estarão sempre Harry Potter, Deltora Quest, Artemis Fowl, Eragon, Cronicas do Mundo Emerso, Trilogia Bartimaeus, Trilogia Dragonlance e Cronicas de Nárnia. Sim todos de fantasia, o escapismo predominou em minha infância. A vida era entendiante em comparação com as vidas dos heróis dos livros.

Uma peculiaridade: meus óculos. Tenho um problema grave de visão, que não me permite enxergar com clareza. Uso óculos todos os dias, sempre. Era realmente chato quando eu era criança. Especialmente por causa do “tapão”, o qual eu usava em um olho para forçar o outro. Nem mencionarei as brincadeiras que isto me rendeu, já podem imaginar. Porém foi graças ao “tapão” que recuperei minha visão, antes 30% agora mais de 60%.
Cresci escutando músicas de qualidade. Agradeço todos os dias aos meus pais por isso. Em meio ao rock'n roll da minha mãe e a bossa nova do meu pai, nunca escutei sertanojo e derivados. Mais tarde me tornarei rockeiro de carteirinha, e apreciador de uma boa bossa nova. No mesmo paragrafo, para poupar-me espaço, sempre fui bom aluno, acho que vale comentar este fato.

Pois bem me despeço de você, leitor, até o próximo estudo!
Daniel Black


PS: No próximo estudo: a adolescência, dos doze aos dezesseis anos. Mudanças, desafios, perdas, descobertas e uma pitada ou duas e felicidade.

sábado, 4 de junho de 2011

Desabafos da Madrugada - Vazio

Sou um alienado, admito o fato vergonhoso em minha vida. Alienado por opção, tornando a vergonha não só completa como profunda. Falta-me interesse pelos fatos, pelas noticias, pelas ciências e pelas tecnologias.
Não tenho mais sentimentos, eles estão distantes esquecidos em uma época distante. Uso mascarás todos os dias para enganar a tudo e todos. Não sou tonto, somente alienado, sei que quem mais tento enganar é a mim.
Sinto um vazio. Um vazio completo em meu peito. Tanto a fazer, tanto a ver, a produzir e nenhuma vontade cresce em meu peito. O simples esforço para digitar essas simples palavras me é termendo.
Quero facilidade, porem já aceitei que a vida não é fácil. A aceitação me trouxe um vazio maior, está tudo pronto, só são necessárias minhas ações.
Tenho um molde, pronto, formulado, estereotipado com meu nome gravado. Quero quebrar este molde, mas me contenho. Destruirá o delicado balanço que é minha vida, a minha mesmice, o meu vazio.
Sinto-me morto por dentro. Preciso de um sopro de vida, de motivação. Não sua, caro leitor, mas meu. Vindo de mim e para mim.
Preciso de algo...
Preciso de vida.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Seis

Sentirei falta da casa, dos amigos, do cachorro, da comida, das ruas e do calor. Sentirei saudade de tudo, pois tudo isso sempre foi meu e sempre sera meu. Meus sentimentos e pensamentos. Sentirei falta principalmente dos cinco, que comigo formam seis. Começamos devagar, saímos um ou duas vezes, conversamos levianamente, nem nos cumprimentava-nos. Mas alguma coisa deu errado no caminho da mesmice e nos tornamos mais do que colegas, mais do que parceiros, tornamos nos amigos. Não lembro quando, onde nem como foi, mas antes que pudêssemos impedir ou analisar havíamos sido unidos pela amizade. E as poucos ela foi crescendo, fazíamos coisas juntos, víamos os mesmo filme e seriados, gostávamos das mesmas coisas, brigávamos pelos motivos e íamos aos mesmos lugares. Planejamos viagens, imaginamos um mundo pós apocalíptico, nos transformamos em guerreiros medievais, passamos de ano e amamos.
E agora, neste ano é hora de fazer algo difícil. É hora dos seis se separarem. Passamos no vestibular, bem eu quase, e é hora de olhar para o futuro com uma nova cabeça. É hora de pensar na casa própria, no carro, na noiva, no noivo, no filho e em tudo aquilo que uma vida adulta significa. As responsabilidades já batendo a porta e a inocência da juventude dando um longo abraço de despedida.
Enfrentaremos o mundo, com a cabeça erguida e ,como uma sábia amiga disse, ao som dos grilos. Portanto gostaria de lhes agradecer, e talvez o sentimento possa ser reciproco, por alguns dos melhores anos da minha vida. Não tenho o dom da visão e por isso não posso dizer o que vai acontecer daqui para frente, mas tenho o dom de acreditar e acredito que continuaremos sendo ,assim como somos hoje, amigos.

Dedico esse texto aos cinco: A Julia, A Natasha, O Fernando, O Lucas e O Augusto.
Embora a turma só tenha aumentado, e passamos da “Escadinha” para outros lugares, sempre serão
Os Seis que formam meu nucelo.



P.S.: Texto velho que resolvi postar pois ainda acredito nas mesma coisa.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Crônica da Gentileza

Texto dedicado a Haru

Sentada no ponto de ônibus numa rotina imposta e decepcionante, e olhando vagamente para a paisagem meio desfocada, sinto meu peito vazio. É estranho perceber isso e notar, que a nem tanto tempo atrás eu estava sorrindo mas sabia que isso poderia acontecer. Se você está lendo e achando tá " mais uma adolescente putz revolts coma vida" tenho motivos vamos a lista :
-Vida amorosa -Fail( [ex]namorado em outro estado)
-Amigos-Fail( melhor amigo em outra cidade/outros amigos em outra cidade/melhor amiga em um estado não muito melhor que o seu)
-Família -Em mudanças( o que faz você ter que se dividir em mil)
-Profissão - FAIL( não passar no vestibular,depois de se esforçar realmente)
Pra quem não não está entendo muito para passar no vestibular de uma faculdade pública tem que se esforçar muito( oque da fato eu fiz, mas pareceu não ser o suficiente), e acabei sendo pressionada a fazer uma particular( isso quase sendo considerado uma derrota).
Assim me sentindo o último dos seres e me sentindo mal por isso- Tá isso ficou complexo né?-a questão é praticamente 10% da população brasileira tem acesso a ensino superior e eu estava tendo a oportunidade de estar nesse percentual,porém não no que eu desejava( Já no meu 3° colegial eu sempre ouvia palavras como "quem estuda de verdade, passa"/" A recompensa virá, aquarde") Então resumindo a complicação estava me sentindo mal, por estar num lugar aonde muita gente desejava estar e não tem condições,e me sentir uma derrotada que não quer estar lá.
Ai ouvi comentários como '' Você está numa faculdade deixa de frescuras” Mas era meu sonhos entrar em uma das faculdades em eu havia escolhido e lutado com afinco para isso, como não me sentiria derrotada depois de alcançar minha meta? Um professor de literatura que tive falava “ Nunca mecha com o sonho de alguém” É um fato os sonhos de uma pessoas são o que as fazem ir para frente e melhorar, pude não ter entrado entretando nunca imaginei que pudesse me empenhar tanto nos estudos como no meu 3° colegial.
Assim mesmo sabendo que sempre existe a chance de se reprovar eu acreditava naqueles ditos “ De que você será recompensado pelo seu esforço”, então comuma grande decepcião e sem nada para me apoiar pra ainda achar esperanças de que o mundo pode ser bom ( Vide lista de Fails acima), entrando no ônibus para me sentir sulfocada e vaga de novo na faculdade, procuro um lugar para sentar e vendo que não tinha lugar já estava para ficar de pé quando algo aconteceu :
Uma senhora já idosa com deficiência na perna sentada no banco para idosos se levantou para que eu pudesse me sentar ao seu lado. Fiquei simplesmente embasbacada, uma estranha que nunca tinha te visto ser tão gentil sendo ela bem mais necessitada do que você, foi realmente sem palavras. O percuso não tão longo ainda impressiona terminou e a senhora novamente se levantou e me deu passagem eu lhe segurei a mão antes de sair e desejei que ela ficasse com deus. Ainda me vem lacrimas com isso, pois pode parecer bobo mais foi isso que me fez perceber que está sendo idiota em perder a fé no mundo. Por que se até uma completa estranha pode ser gentil comigo, eu ainda posso ser feliz. Uma daquelas epifânias a lá Clarisse Lispector conta.
Alguns que leram devem estra me achando exagerada mas será que esses já se sentiram como que tendo chegado até o fim do poço descobrir que ainda tem um alçapão com passagem para baixo? Com quase ninguém paar te apoiar e os ques estão, não te levando a sério? E com uma grande decepção e um enorme vazio no peito? É difícil ter fé, mas aquela senhora sem nome de extrema gentileza e com atos tão simples me fez ver que mesmo que a luz seja de um vagalume ainda há luz.Na hora desejei que ela encontrasse a felicidade e toda vez que penso nela desejo que ela seja feliz, por que ela realmente me ajudou.
“Gentileza gera Gentileza” já dizia o poeta gentileza de São Paulo. A campanha dos 'abraços grátis' mandava essa mensagem que pequenos gestos podem ajudar uma pessoa como um abraço, mas também não só isso. E se você for muito tímido para sair abrançando os outros, abra a porta para alguém que está vindo abarrotado de coisas, dê Bom Dia, ofereça ajuda para carregar peso em escadas, gentilezas diárias a estranhos.
Isso me aconteceu a algum tempo, e hoje acabei conseguindo entrar mesmo que tardiamente na universidade em que queria, descobri que amigos longe não são o fim do mundo, que ter um ex-namorado não me arrancar o coração, que família é sempre família ela só se adapta as mudanças, mas para ver isso eu precisava ter alguma fé.
Por isso lanço essa proposta aos leitores deste texto “ Gentileza com estranho/ou nem tão estranhos assim”
Aos que me acharam melodrámatica ainda procuram seguir a proposta, aos que já se sentiram ou se sentem desse jeito que procurem ver e praticar esses atos bom.



“ Para quem está no fundo do poço, na escuridão total, um vaga-lume é um farol”